Elementos

O modelo de segurança do SELinux é baseado em três elementos: sujeitos, objetos e ações/permissões.

Esses elementos são os fundamentos das operações executadas por um servidor de segurança SELinux, e determinam se um sujeito tem permissão de realizar uma determinada ação em um objeto dado. Por exemplo, o SELinux decide questões como: o processo 4576 possui permissão para ler o arquivo /etc/shadow ?. Para realizar essas decisões, o servidor de segurança SELinux consulta a base de dados de políticas (policy database). A figura 2.4 ilustra esse exemplo.

Figure Figura 2.4:: Uma decisão SELinux típica
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É importante lembrar que a decisão de acesso é sempre feita na seguinte ordem: primeiro a permissão DAC (a permissão comum do Linux) e depois a permissão MAC. Portanto, se o processo do 4576 do exemplo desejar ter acesso ao arquivo /etc/shadow, primeiramente o usuário que rodar esse processo deverá ter a permissão de leitura ao arquivo (DAC) para depois o SELinux tomar a decisão baseando-se nas políticas de segurança pré-estabelecidas (MAC).

Jeronimo Zucco 2008-04-26